quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Na mais isolada cidade do mundo,
Edimburgo dos Sete Mares,
na mais solitária folha,
nos olhos dos que enxergam rios num grão
Parte do que vejo, cabe nas labaredas,
outra parte, nos tremores do chão,
outra, nas convexas lentes
usadas pelas voadoras tartarugas

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