em 1981 vestido de homem-sanduíche-da-poesia
seduzia os que passavam em frente a sala veloso,
e pelas horas que se seguiram dailor varela e joca costa
me levaram para as páginas de o valepaibano,
e a cidade madre de cassiano ricardo
passou conhecer a ficção edu planchêz,
vale viver era o nome do caderno assinado
pelos nomes que acima aclamei,
caderno esse que durante anos e anos
estampou meu rosto para todo o vale,
sul de minas e litoral norte... logo, logo,
estava livre da camisa de força
do cargo de agente administrativo federal,
foi nesse tempo que me irmanei de josie
e beth brait alvim,
de moraes, irael, miran e marcus planta,
para a vergonha de meu poeta pai
cidadão filósofo do direito civil
sábado, 11 de janeiro de 2020
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