abrindo as caras que tenho para as janelas,
para as carrancas do nunca mais evaporarem
diante do corpo da luz
para as carrancas do nunca mais evaporarem
diante do corpo da luz
minha nova cena,
a nova cena que construo de dentro pra fora,
rasgando com a vontade determinada
as cadeias das pedras intransponíveis
a primeira vista
a nova cena que construo de dentro pra fora,
rasgando com a vontade determinada
as cadeias das pedras intransponíveis
a primeira vista
arrancando os pregos, os cravos, as estacas
do obscurantismo
que andei barganhando com o escorpião
do obscurantismo
que andei barganhando com o escorpião
decreto o fim de um ciclo e o reinicio de outro,
na terra, na carne pele,
nos olhos e nos pés
na terra, na carne pele,
nos olhos e nos pés
a força do poeta que construo
desde sempre,
parte dos transmissores
da rádio eu mesmo,
das imagens captadas por minha criatura,
por tua criatura
desde sempre,
parte dos transmissores
da rádio eu mesmo,
das imagens captadas por minha criatura,
por tua criatura
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