esse monte de braços
que tenho gritam
e não abrem mão de gritar,
meu grito é o grito da terceira visão,
do outro olho,
do olho que está além
de todos os mundos,
de todas as visões ainda limitadas,
por não compreenderem
o que é estar em guerra,
o que estar nas portas da fome coletiva,
da extinção de toda a civilização
que tenho gritam
e não abrem mão de gritar,
meu grito é o grito da terceira visão,
do outro olho,
do olho que está além
de todos os mundos,
de todas as visões ainda limitadas,
por não compreenderem
o que é estar em guerra,
o que estar nas portas da fome coletiva,
da extinção de toda a civilização
a fome canibal da luz abstrata,
será que me compreende ( ? )
coloca todos ou quase todos nas urnas
onde não entra o saber estelar,
e sem o saber estelar não ousara
beber na dimensão dos naguais
o incompreensível,
e padecerá com os que não voam,
com os que se encolhem
com os que apenas contam as moedas,
com os que lamentam o que o vento levou
será que me compreende ( ? )
coloca todos ou quase todos nas urnas
onde não entra o saber estelar,
e sem o saber estelar não ousara
beber na dimensão dos naguais
o incompreensível,
e padecerá com os que não voam,
com os que se encolhem
com os que apenas contam as moedas,
com os que lamentam o que o vento levou
( edu planchêz )

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